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domingo, 19 de outubro de 2014

De novo a tese!

Nos últimos meses, como devem ter reparado, escrever a minha tese de mestrado ocupou uma grande parte da minha vida. Apesar de já a ter terminado e defendido, acredito que todo o sofrimento que passei para a escrever pode traduzir-se em experiência e conselhos que posso fornecer a quem esteja a passar pelo mesmo. Aqui fica então uma lista numerada com as minhas "Dicas para a sobrevivência à elaboração de uma tese de mestrado".


Dicas para a sobrevivência à elaboração de uma tese de mestrado

#1. Escolhe um tema que te agrade
Quando escolhi o meu tema, fi-lo a partir de uma lista com todos os temas e respectivos orientadores disponibilizados pelo núcleo de estágios da minha faculdade porque nunca estive dentro de qualquer projecto extracurricular. O tema escolhido foi, portanto, um dos temas minimamente interessantes ainda disponíveis aquando da minha vez (e que, por acaso, acabei por trocar duas semanas depois em conversação com a minha orientadora). É importante gostar do tema uma vez que a relação que vão manter com ele vai ser de amor-ódio durante o tempo do seu desenvolvimento, acreditem: não há temas interessantes quando a informação se revelar inexistente, contraditória, duvidosa, confusa e começarem a perder a motivação.

#2. Os teus pais provavelmente não te vão compreender.... assim como a maioria dos teus amigos e toda a gente no geral
No meu caso, isto foi o que aconteceu. Sendo a primeira da família a tirar um curso superior, senti-me um pouco desamparada e incompreendida no que diz respeito, não só à elaboração da tese, como ao curso em si. Não interessa o quanto lhes expliques as inseguranças que sentes em relação ao que estás a fazer, o quão difícil te é passar das 3000 palavras ou todos os requisitos para a elaboração e apresentação da mesma, porque para eles, assim como para toda a gente, é só mais um trabalho (e no fundo, é).

#3. Quando estiveres a stressar, pára, respira fundo, e continua
Entrar em pânico é normal. Não é fácil, eu sei, mas há truques. Eu não segui conselhos online de ninguém e limitei-me a improvisar. Basicamente, quando o stress é elevado, veste as calças de fato de treino, pega nos ténis e vai correr. Correr ajuda muito. Foi o que eu fiz mais nos últimos meses. Corria até estar cheia de dores, até sentir o sabor a sangue na boca, até estar demasiado cansada para conseguir pensar na tese. E depois de correr, toma um duche e dedica-te à tese, e as coisas vão fluir melhor.
Quando correr não for a resposta para o que precisas, e até as paredes já te irritarem, simples: pega no computador e no que precisares no imediato e vai para uma esplanada. Eu fiz isso algumas vezes. Sim, pode ser algo estranho chegares a uma esplanada de um bar de praia com um bronzeado de quem nem foi sequer à praia, com uma mala e um computador quando toda a gente por lá acabou de sair da água e ainda trazem areia nos pés e olham para ti como se fosses doutro planeta, mas resulta. Mudar de ambiente resulta e compensa!
Se nada disto resultar?? Falem com amigos, saiam de casa! Não perdem nada por estarem longe da tese durante umas quantas horas (horas essas em que não iam conseguir escrever nada, porque estavam a fritar!), e quando voltarem, terão de certeza uma perspectiva renovada da questão.
Lembrem-se que nós temos tendência a exagerar e a dramatizar, e que as pessoas à nossa volta não têm necessariamente que partilhar da mesma perspectiva: tentem ser pacientes (eu devia ter sido, mas não consegui... chateava-me com toda a gente a toda a hora - virei MasterZilla!)

#4. O orientador vai ser o factor-surpresa de todo o processo
Mesmo que conheçam o professor em questão, nunca se sabe bem como vai ser o envolvimento do mesmo na elaboração da tese. Não se quer nem um orientador que monopolize o nosso trabalho, nem um que nos dê total liberdade (este último, o meu caso). Na minha opinião, o orientador ideal deve estar disponível para nos dar alguns conselhos, elucidar-nos quanto à direcção a seguir, corrigir-nos a tese durante o desenvolvimento, etc etc. Mas nem sempre essa visão se concretiza, no meu caso em particular, por falta de disponibilidade da minha orientadora. Acabei a fazer tudo sozinha e às pressas, porque o estágio deixava-me pouco tempo livre. Seguiu com alguns erros, sim, e com algumas incorrecções científicas que me foram prontamente apontadas pela minha orientadora durante a defesa, e de uma forma que, a meu ver, podia ter sido mais simpática.

#5. Tenham uma Get Psyched Mix para se sentirem motivados
Seguindo o exemplo do grande Barney Stinson (HIMYM), eu tive obrigatoriamente de arranjar uma lista de músicas para me sentir permanentemente motivada e interessada. A importância foi vital ao ponto de, a segundos de começar a apresentação, ter entoado na minha cabeça a Can't Hold Us dos Macklemore & Ryan Lewis (tanana tanana tanana tanana eh eh eh eeeeeeh eh eh eh ooooooooooooh) para ganhar coragem para enfrentar aquele momento.

#6. Bebam água, alimentem-se e durmam!!
Com o stress e a pressão para escrever o maior número de palavras sobre determinado assunto, podemos esquecer-nos de algumas coisas importantes. Beber água regularmente evita a desidratação e consequentes dores de cabeça, com efeitos a nível da nossa resistência cerebral. Uma alimentação equilibrada ajuda a nível da função cerebral e na redução do cansaço e é por aí que devemos começar antes de passarmos aos suplementos alimentares. Dormir é muito importante. Se forem como eu e funcionarem melhor de noite, tratem de compensar no dia seguinte porque o café e outros estimulantes não vão fazer de nada se não dormirem bem (e ainda desidratam!!).

#7. Nada de comparações!
Cada um tem o seu ritmo de trabalho, condicionado pela sua rotina diária. Apesar de tentador, não devem comparar a evolução do vosso trabalho com a dos vossos amigos e colegas. Os temas são diferentes, assim como a técnica de recolha de informação e os níveis de exigência. Comparações levam a sentimentos de frustração, e a frustração é inimiga do sucesso.

#8. A apresentação em PowerPoint não deve ser uma cópia da tese!
Tese terminada, há-que fazer a apresentação. Mas... o que colocar lá?
No que diz respeito ao meu tema, eu tive alguma dificuldade na elaboração da apresentação. Queria expor o meu tema sem adormecer a audiência ou ultrapassar o tempo de discussão. A solução então passou pelo foco numa determinada parte do meu texto que considerei mais relevante para a discussão, com breves menções dos tópicos restantes. Esta não é, no entanto, uma solução universal e cada um deve estabelecer a forma mais adequada para apresentação da respectiva tese.

#9. Salvem várias cópias do vosso trabalho!
Mandem para o e-mail, coloquem na Dropbox ou em qualquer outra Cloud. Protejam-se de possíveis acidentes e de perdas de texto absolutamente desnecessários.


Muita força e muita coragem! Compensa!!


Por enquanto é isto... Numa próxima irei falar mais concretamente sobre a parte da defesa.
Até!!**

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

1st World Problems

Eu preciso de dinheiro, por isso aceitei um estágio profissional (que, enfim....! Foi o que se arranjou); para isso preciso do certificado; o certificado demora tempo a ser passado; sem certificado não há emprego; sem carro próprio não há emprego; sem dinheiro não há carro próprio. Preciso de dinheiro.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Trabalhar e tal que é bom, mas e vida social?

Agora que já escrevi o post sobre a minha vivência profissional dos últimos 8 meses, vamos ao que interessa: a parte social da cena!

Pois bem, o início do meu estágio ficou caracterizado por uma fase muito interessante na minha vida.

Mais longe de Lisboa e mais perto de casa, e apesar da tese e das responsabilidades do estágio, fiquei com um bocadinho mais de tempo livre. Com uma mudança tão extrema, sentia-me presa e, para sobreviver, senti necessidade de sair mais e de ter uma vida social mais presente e mais distanciada da minha vida profissional. Bastou uma semana para ligar em lágrimas a umas amigas e a dizer que Precisava mesmo mesmo de sair de casa!! e que Estava a enlouquecer! muito porque sentia a falta de um grupo de apoio próximo, de pessoas à minha volta na mesma situação que eu.
E assim foi que se formou uma rotina, em que todas as sextas-feiras seguíamos para um café e esquecíamos os dramas dos cursos, estágios e locais de trabalho.

Juntamente com todo este novo panorama, fiquei com a impressão de que era a última coca-cola do deserto com não um, não dois, mas TRÊS convites para sair, propostos no mesmo dia. Acabei por não sair com nenhum, devido a questões que acabaram por se desenvolver nos tempos seguintes, opção de que não me arrependo. Restaram os senhores de idade mais avançada que, ocasionalmente ao balcão me convidavam a sair e me teciam elogios, situações que eu considerava sempre muito curiosas uma vez que, pelos vistos, tal comportamento era normal (ai o público...!!!)

Hoje ainda fujo na rua do senhor que eu carinhosamente apelido de Capitão Iglo (pelas semelhanças físicas com o sr. que interpreta a personagem no anúncio televisivo) que exercitava as suas técnicas de sedução com TODAS as farmacêuticas e técnicas e que gritava a alto e a bom som (para meu constrangimento e das pessoas que eu estivesse a atender) que eu tinha uma boca linda!

No meio de toda a esta solidão, tenho a dizer que uma vez ou outra terei sido mais simpática com algum utente masculino da minha idade que tenha passado por lá, mas sempre sem passar das marcas (uma pessoa não é de ferro!!).

Foi basicamente isto, sem férias, sem praia, sem verão... Só trabalho. E com um estágio profissional de 12 meses, prevê-se o mesmo. Bem, teremos sempre as sextas-feiras à noite, ou os sábados, ou o que calhar e já sabem: qualquer dúvida, perguntem à vossa farmacêutica aqui deste lado!

Voltei, voltei!!

Olá!

Para os interessados, não, não passei os últimos seis meses a viajar pelo mundo. Infelizmente, porque isso tornaria este post num texto bem mais interessante do que vai ser. Na realidade, passei os últimos 6 meses a estagiar e sou, desde o passado dia 6, finalmente Mestre em Ciências Farmacêuticas.


Quando comecei a escrever este texto, faltavam cerca de 38 horas para a minha defesa da tese, e os meus níveis de stress eram altíssimos. Uma apresentação de 20 minutos (no máx.), mais todo um interrogatório sobre a mesma e sobre o meu estágio em farmácia comunitária. Foi uma hora muito intensa, que começou com um atraso de meia hora. Calcei as sandálias de salto, vestida a rigor para o evento e, juntamente com duas amigas daqui e mais uns quantos de lá, lá fui eu enfrentar a mui temida defesa. Passou a correr, e foram precisos alguns dias para me cair a ficha de que o percurso de 5 anos que, a bem dizer, foram 17, já tinha terminado.


A experiência de atendimento ao público foi, como todos os que contactam diariamente com pessoas, PECULIAR. Encontrei de tudo! Pessoas mal-dispostas, mal-criadas, que, vendo-me com idade para ser sua filha, me davam sermões, etc. Essas pessoas tornavam os meus dias muito maus... e logo eu, que estava ali apenas para os ajudar. O que aliviava todo este meu stress eram as pessoas boas. Aquelas pessoas, na maioria idosos, que, vendo-me como sua neta, compreendiam o meu drama de estagiária, a minha dificuldade em fazer tudo depressa e as minhas dúvidas, e que eram fofinhas o suficiente para me dizerem que não havia problema se o atendimento demorasse mais uns minutinhos. Essas pessoas eram as mesmas que viam além das minhas dúvidas e das inseguranças que eu tentava esconder, e que se mostravam receptivas ao meu aconselhamento e às minhas recomendações. Eles viam-me como sua neta, e eu a eles como meus avós e, à semelhança do que faço com os meus, tentava ajudá-los a melhorar a sua qualidade de vida, assim como me mostrava disponível para esclarecer quaisquer dúvidas.

Alguns queriam apenas ser ouvidos - triste como muita gente vive sozinha e completamente isolada de contacto humano. E dessa forma, uma simples análise ao colesterol ou uma dispensa de um ben-u-ron serviam de pretexto para um desabafo. Sentia que os ajudava mais ao ouvi-los do que propriamente a minorar-lhes os sintomas físicos. Daqueles que mais me lembro, conta-se um senhor que dizia sempre que eu era muito bonita (a mim e a todas ahahhaha mas era querido na mesma!), uma senhora que vinha sempre ter comigo e que trazia sempre imensas dúvidas e um casal que me perguntava sempre se o estágio estava a correr bem, se estava a ser bem tratada, etc. Uns queridos que hei-de trazer sempre comigo e aos quais nunca poderei agradecer suficientemente a preocupação.


Seguiu-se a procura de emprego. Não foi fácil, de todo. Percorri todas as farmácias daqui a pé a entregar CVs. Consegui duas entrevistas para estágios profissionais que correram bem, apesar de não serem exactamente aquilo que eu desejava. Sei que a situação está complicada, mas eu não desisto. Aceitei um dos estágios, aquele que me pareceu melhor, mas continuo à procura, continuo a mandar currículos, porque sei que não posso desistir. Não posso mesmo, porque eu mereço melhor. Porque estudei toda a vida para ter uma vida melhor e sei que nem que tenha de ir para longe de casa o irei conseguir. Porque a garra que sempre me acompanhou não desapareceu, nem de perto nem de longe!


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tenham medo esta noite.... MUITO MEDO!

 Boo! 

Sem tantos sustos, andava na internet à procura de um site simpático com sugestões de tradições de Halloween para iniciantes e encontrei este bem fofinho. Sugiro então que visitem este site aqui [atenção: conteúdo em INGLÊS]. Se não fossem pelas hiperligações com as instruções para cada um dos 31 pontos, ainda traduziria, mas realmente é preferível mesmo dar os créditos à autora.

Já agora, vou partir para a organização do meu top de filmes a visualizar na noite de Halloween. Aqui vão eles:

Van Helsing - Van Helsing

Ghostbusters - Os Caça-Fantasmas

Corpse Bride - A Noiva Cadáver

Sleepy Hollow - A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça

Beetlejuice - Os Fantasmas Divertem-se

Gremlins - O Pequeno Monstro


The Addams Family - A Família Addams

(Sim, a maioria são comédias e então? Eu nem sempre gosto de ficar coladinha ao colchão, com medo)

E para os amantes de séries, que tal American Horror Story ou Sobrenatural? São ambas bastante actuais, mas muito boas mesmo!

American Horror Story (já vai na 3ª temporada - Coven)

Sobrenatural (o trailer da temporada 9)

Divirtam-se (se conseguirem) MUAHAHAHAHAAHAHHAHAHAAHAHAHHA


domingo, 27 de outubro de 2013

Vícios? Sim, café e Oreo!

Lembram-se do meu post sobre o meu vício de Oreo, aqui?? E lembram-se também de acharem que eu tinha um parafuso a menos, quiçá, e muito muito pouco juízo por ser "fixada" em bolachas Oreo? Pois bem, a culpa não é minha. De facto, no outro dia cruzei-me com uma actualização do Jornal Público pelo Facebook e descobri este artigo, de um suposto estudo, que afirma que as bolachas Oreo viciam tanto como o consumo de cocaína.

Citando aqui: Um recente estudo norte-americano realizado em ratos de laboratório revela que as bolachas da marca Oreo são tão viciantes como a cocaína - e podem provocar comportamentos idênticos ao deste estupefaciente. Os autores da investigação afirmam que estas conclusões podem muito provavelmente ser aplicadas aos humanos.

Hummmm.... bom, se eles dizem, eu acredito. Além do mais, posso sempre pensar em fazer um doutoramento baseado nisto.

Bom, apesar de tudo, continuo a preferir Oreo e consumir drogas continua sem me passar pela cabeça. 

E já agora, se abrirem o link, vão perceber que os ratinhos, esses também comem primeiro o creme e a bolacha depois (espertos, hein?!)


E lá estamos nós na hora de Inverno de novo...!


Com Outubro mesmo mesmo a chegar ao fim, aí chega aquele grande "marco" que nos vem lembrar que o Verão chegou ao fim - a mudança para a hora de Inverno. Para mim custa-me imenso. Com os horários da faculdade "brutais" que tenho este semestre (bem... são sempre "fantásticos"...!), vou mesmo acabar por sair de casa todos os dias ainda de noite, e chegar a casa bem de noite também. Custam-me imenso aquelas aulas em que estou a morrer de tédio e ansiosa por voltar a casa quando vejo anoitecer o dia pela janela. Custam-me os dias pequenos que dão ZERO vontade de estudar e que anunciam os meses de frio, vento, chuva e, no geral, Inverno que vêem por aí. Custam-me muito estes dias; acho-os muito stressantes, porque estou constantemente à espera dos dias maiores, das noites mais curtas, dos dias quentes e solarengos... do VERÃO! Sou uma pessoa 100% a favor do verão, e nem é por ter nascido nessa altura. Simplesmente adoro tudo sobre o verão. Até lá, amigos, ainda vamos ter dias curtos e frios, e noites longas e escuras...


Beijinhos e perdoem-me a ausência :)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

If life gives you Oreos...




Às vezes sinto-me gorda. Não sou fisicamente gorda, sou até bem magrinha; insiro-me talvez e infelizmente, na categoria de "falsa magra" porque devia fazer mais exercício, e não faço. O meu problema são as Oreos; o meu problema nem são as que como, são as que vejo, ali, no meu feed de notícias do Facebook, vindas da página da marca. E aí eu choro: choro porque quero correr para a loja mais próxima, comprar 3 pacotes de Oreo, parti-las todas e fazer um cheesecake; ou então pegar em chocolate, farinha e ovos e fazer cupcakes de Oreo; ou até mesmo pegar em meia dúzia de limas e fazer uma tarte bem parecida à d' A Padaria Portuguesa. Enfim... quero é comer Oreo.

Caso estejam a achar que é só exagero da minha parte, a sério, vejam a página aqui e digam-me se não ficam logo a salivar? E vão até ao site das receitas e pesquisem "Oreo" para muito boas ideias de sobremesas de aspecto absolutamente delicioso para o Outono que ainda agora começou.

domingo, 22 de setembro de 2013

Encontramo-nos no próximo ano, Verão!


Além de ser o 1º dia do Outono, hoje faz também 16 anos que entrei para a escola --> Corria o ano de 1997 e sim: toda esta nostalgia é nostalgia de finalista.
Vamos então focar-nos nas castanhas assadas, nas romãs, nas batatas doces, nas folhas secas e nos caminhos dourados tão característicos desta estação linda.

Primark no Colombo

Atenção carteiras de abertura fácil; cuidem-se cartões de crédito de baixo limite: a PRIMARK chega finalmente ao C. C. Colombo em Lisboa no próximo dia 10 de Outubro às 12h, no lugar do antigo FunCenter. Imagino as correrias e o mulherio todo em busca das promoções de abertura; imagino as filas gigantescas para as supostas 40 caixas e o caos de roupa desarrumada no dia de abertura (e seguintes!).

Apesar de tudo isso, não pensem que não passarei por lá depois das minhas aulinhas!

Cara Primark, ainda que tenhas vindo para pertinho da minha faculdade no meu ano de finalista, farei com que a proximidade valha a pena!

Ficou o aviso, meninas.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Chegámos a Dezembro!

Que este seja um mês muito feliz, apesar da crise em que estamos e da que vem aí, que não se percam os bons valores e a capacidade de sonhar.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Jantar de Natal do pessoal está a aproximar-se!

Boas!!

O Jantar de Natal do pessoal, que fazemos sempre num restaurante super fofinho no Marquês está a aproximar-se e, com ele, a troca de prendas!

O sorteio ainda não foi feito, mas já se sabe que o limite máximo para gastar são 5€. Como ando perdida, o que é que me sugerem que possa comprar até 5€ para rapaz ou rapariga e que seja original? No ano passado, ofereci um kit de manicure da H&M a uma amiga mas,.... e este ano?


De volta ao trabalho

Depois de uns dias (bem pouquinhos) sem pensar em trabalhos ou frequências, voltei ontem a fazer trabalhos. Este é o ano mais complicado do meu curso, mas tem que ser feito; afinal, está fora de questão desistir agora que dei três anos da minha vida, e logo agora que estou a menos de dois anos do final do Mestrado Integrado! Ontem andei a tratar de Biotecnologia Farmacêutica e hoje ando de volta de Bioinformática. Tudo isto ao som do Verão, mas no Outono - Richie Campbell (a sério que isto me leva logo para os fins de tarde na praia que tanta falta me fazem nestes dias mais frescos).


<3
Vânia

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hoje, nem com Mokambo...!


É dia de greve geral. Acordei cedo para ir para Lisboa; fazia intenção de ir de FERTAGUS, porque eles nunca fazem greve e, claro, não apanham trânsito. A Rádio Comercial, no carro, avisava que as filas para a ponte 25 de Abril começavam já no Fogueteiro, perfazendo um total de 14km de pára-arranca, pelo que ir de carro estava fora de questão. Em Lisboa, a situação era a mesma: tudo condicionado. Chego à estação e os validadores de bilhetes e passes e as máquina de venda de bilhetes FERTAGUS foram vandalizadas (mas não as da CP). Subo à plataforma e há um aviso: comboios, só mesmo até Coina, que há um rpoblema eléctrico na linha algures entre COINA e o PRAGAL.

Em dia de aula de esclarecimento de dúvidas de Farmacocinética acordei cedo, só para voltar para casa pouco depois...!

Karma is a bitch, e com isto vos deixo também o que eu gostava de dizer a todos os que me obrigaram a ficar em casa (embora entenda que a greve é um direito, continuo no meu direito de ficar revoltada com a situação).


domingo, 11 de novembro de 2012

Enterrada num mar de folhas

... quando há pessoas em Peniche!

Deixem-me explicar-vos: duas vezes por ano, a AE da minha organiza um fim de semana nalgum lado (normalmente Albufeira). Eu nunca fui, embora o desejo ainda se mantenha bem aceso.
A crise é lixada e, com todo este trabalho em mãos, fiquei em casa (mais uma vez). Isto tudo a adicionar a esta tosse que insiste e persiste, e no facto de não me deixarem dormir no sábado (desta vez foi a polícia que se enganou na porta), tornaram o meu fim de semana numa coisa estranha, que me vai levar a, eventualmente, descobrir mais um cabelo branco.

Eu adoro o Natal, adoro compras, mas este ano vai ser complicado. Tenho pensado muito nisso, neste fim de semana, entre uma ou outra fórmula de cinética, e na perspectiva assustadora do meu futuro depois do curso (afinal, serei uma respeitável farmacêutica já em 2014). A sra. Merkel vem a Lisboa amanhã e, por causa dela, vão praticamente fechar a cidade ao mundo durante algumas horas; juro que não entendendo o propósito desta visita: a sra. só que mais e mais austeridade para nós, e manda em nós do topo do seu ego sem querer saber de todos os que passam fome em Portugal. Mas não falemos sobre isso...
O Sporting continua a perder, o Hélio vai acabar por sair, apesar da manipulação dos votos para a Casa dos Segredos, não quero comprar mobília de quarto porque não tenciono ficar em casa dos meus pais eternamente, e quero conseguir entender-me com o Microsoft Word e o editor de equações.

Que confusão de post...! No fundo, é o reflexo dos meus pensamentos. Dia 14 temos uma greve geral; não fosse pelo FERTAGUS estava bem, mas bem tramada...

Tenho toneladas de coisas para fazer e zero de vontade para trabalhar. Biotecnologia tira-me completamente do sério; juro que não entendo o propósito daquela disciplina. Basicamente temos que criar um projecto inovador: algo que nunca tenha sido feito no mundo inteiro e que faça sentido. Ora bem... eu tenho apenas 21 anos, estou no 4º ano do meu ÚNICO curso superior, não tenho experiência nenhuma com métodos experimentais todos XPTO's, nunca escrevi um artigo de revisão que valesse a pena ser lido; então porque razão me mandam a mim inovar em terapia génica? No final, um grupo irá receber um prémio: uma viagem até à Irlanda, onde irá apresentar a sua ideia a um comité constituído por pessoas que entendem do assunto e que provavelmente irão patentear a ideia do grupo "felizardo" e ganhar reconhecimento e dinheiro com isso; e o grupo? O grupo irá ganhar uma oportunidade única de ir a exame final. Ponto.

Life's a bitch!

E já viram bem a Popota este ano? E depois dizem que as crianças são crianças durante menos tempo... Recordo com nostalgia a Leopoldina com penas, que nos levava a imaginar um mundo encantado de brinquedos. Bons tempos, realmente... hoje em dia, a Popota prefere o Party Rock. E depois ainda assistem à Casa dos Segredos....!
E, falando nisso, custa-me a crer que a pessoa com mais cabecinha daquele monte de pessoas, foi a pessoa que levou 53 pontos na cabeça e esteve em coma durante um mês. Pois... isso diz imenso dos restantes concorrentes, de facto.

E caso tenham cabo, neste momento se ligarem para a MTV ainda podem ver um bocadinho dos EMA's em Frankfurt; pena que os prémios estejam reservados para os nomeados com mais fãs histéricas por metro quadrado e, por falar nisso, parece que o Bieber está solteiro (feeds do facebook!).

Apesar de toda esta minha confusão mental, em que escrevo muito mas não chego a dizer muito, hoje é dia de S. Martinho e dia do aniversário da minha Madrinha. Um serão cheio de castanhas e batatas doces para todas vocês aí desse lado; eu já comi as minhas!


Perdoem-me todo este stress, mas há dias em que o trabalho me deixa com os neurónios completamente fritos. Só me resta esperar que amanhã não chova.

Um beijinho :)
Vânia



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Feliz Dia das Bruxas

Embora eu não seja a maior fã desta recente adaptação da festividade anglo-saxónica à realidade portuguesa, sou tão a favor de uns chocolatinhos e de filmes de terror como qualquer outra! Por isso, daqui ficam os votos de um muito assustador e guloso dia das Bruxas!

The Nightmare Before Christmas - só um dos meus favoritos!


sábado, 27 de outubro de 2012

Horário de Inverno


Hoje de madrugada, às 2h da manhã, precisamos de atrasar o relógio para o Horário de Inverno. O que é que vão fazer com essa horinha extra? Eu cá vou dormir para descansar da noite de ontem!

Beijinhos  :D

sábado, 6 de outubro de 2012

Meus Bébés!!!

Olhem só o que trouxe para casa ontem, aproveitanto uma liquidação... . Com desconto de 60%, estes pequerruchos vieram logo para casa, sem qualquer sombra de dúvida!



Eu gostei imenso deles. A minha mãe trouxe uns, mas em camel. Gostaram?

Beijinhos  :)
Vânia

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Aproveitem-no bem!

2012 será o último ano em que o 5 de Outubro será feriado. Está bom tempo e tudo por isso toca a sair de casa, a passear muito e, se for o caso, vão lá dançar pela noite fora com a J.Lo. e, sejam "it on the floor"!.




E sim, a dona do blogue, ou seja, eu tenho um problema bastante grande com o novo acordo ortográfico (preciso de todos os "c", "p" e dos meses do ano com letra maiúscula). Se alguma palavra aqui surgir escrita de acordo com o novo acordo, será pura coincidência.