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domingo, 19 de outubro de 2014

Vaselina da Vasenol: a última coca-cola do deserto?

O anúncio desta vaselina irrita-me. Vaselina é uma coisa que existe há anos e que tem de facto muitas utilizações, não sei se 30, se mais, se menos.

Temo pelas muitas outras vaselinas por esse mundo fora que vão agora ser preteridas face a esta vaselina, mais abastada, que tem direito a anúncio da TV. As outras também o mereciam, porque são usadas há muitos anos e nunca lhes foi dado o devido apreço.

Se são trinta as utilizações ou não, não sei. Sei é que lá o anúncio me irrita porque parece ter sido feito por alguém com a mente mais pura do mundo (provavelmente o mesmo autor do anúncio da Yoggi). A sério??! Não sou nenhuma depravada, sou uma pessoa normal, c'mon!

Isto não é a mais recente invenção do mundo, isto não é a única ou necessariamente a melhor solução para todos os problemas. Esta é a opção mais barata, isso sim! Precisam de um primer? Comprem um, a sério, não usem isto. E para a hidratação dos lábios, os bálsamos labiais funcionam bem melhor. Atentem ao marketing!

(retirado do facebook da marca, sem qualquer intenção de publicidade através do blogue - pensem nas vaselinas "pobezinhas" que sempre existiram!)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Anúncios preferidos??

Resposta simples... Os da Calzedonia.

Talvez seja da música e da forma como esta me consegue deixar sempre bem disposta, da feminilidade inocente ou de outra coisa qualquer. O que eu sei é que são os meus anúncios preferidos.

E a Julia Roberts foi uma óptima escolha. Adoro-a e adoro a forma como ela, em 2 minutos, me deixa com mais vontade de pegar nas malas e ir para Paris do que qualquer outra coisa...!


(Portanto sim, Calzedonia e Julia, eu compro todos os collants, cachecóis, e afins que for preciso... Convenceram-me! Este natal vai tudo corrido a roupa interior e acessórios da marca. E sim, rpometo que depois carregarei aqui o vídeo que, por alguma razão, não conseguia encontrar o caminho até ao blogue.)

sábado, 31 de agosto de 2013

Meninas, toca a correr para "O Boticário" tipo, JÁ!

Quem é que aqui gosta dos produtos d'"O Boticário"? (Eu, eu, eu...!) Vocês e eu! Pois bem, são os 27 anos da marca e neste aniversário quem envelhece é "O Boticário" e quem recebe as prendinhas somos nós! Pois bem, de 30 de Agosto a 8 de Setembro, passem pela loja e peçam a vossa oferta da linha "Make B. INFINIT" e usufruam de um desconto de 25% em toda a loja, excepto nos produtos em que o desconto já é superior. 

Não precisam de levar nenhum vale; a oferta é do mesmo género que a realizada no dia da mulher (ou no dia da mãe, não me lembro já) e precisam apenas de levar o vosso documento de identificação. Óptimo marketing, não concordam?


Eu já tenho aqui o meu Make B. Kaleidoscope Blush Bronze, e vocês, do que é que estão à espera? Levem a irmã, a amiga, a prima, a mãe, a avó e a tia - não percam é a oferta!
 



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Porquê, Pull&Bear?? Porque é que me fazes isto?

Hoje fui ver umas montras para a baixa e encontrei um vestido azul, comprido e fluído. Quem me conhece sabe perfeitamente que vestidos compridos não são a minha primeira escolha, de todo; prefiro de longe os curtinhos. Mas este aqui fez-me cair perdida de amores, e depois veio a etiqueta estraçalhar-me o coração... 35,99€ parece-me algo exagerado por um vestido deste tipo, mas enfim. Ainda deu para tirar uma foto nos provadores, caso algum dia venha a ser precisa.



Vânia

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feliz dia da Mulher!

Porque ser mulher é muito mais do que uma questão de anatomia, um muito Feliz dia Internacional da Mulher para todas nós que conseguimos fazer tudo o que os homens fazem, mas melhor (e de saltos!).


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Haverá forma de fugir ao dia de S. Valentim?

Como jovem solteira e momentaneamente descomprometida, o dia de S. Valentim não tem qualquer significado especial. É apenas mais um dia como qualquer outro e, como tal, não me afecta minimamente.

A celebração encontra-se associada à lenda de S. Valentim. Muito brevemente, S. Valentim era um sacerdote cristão que viveu no tempo do imperador romano Cláudio II. Foi supostamente, preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro porque, depois de se ter revoltado contra a proibição do casamento dos jovens, decretada pelo imperador que pretendia estender o seu exército, terá casado muitos pares em segredo. De acordo com uma das muitas variações da lenda, Valentim, no dia da sua morte, terá deixado um bilhete à filha de um dos guardas, de quem se tornara próximo, com a mensagem "do teu Valentim".

No outro dia, num qualquer programa de televisão, andavam a perguntar a algumas pessoas na rua se celebravam o dia dos Namorados e o que achavam desse dia, ou seja, se lhe atribuíam algum significado especial ou se era apenas mais uma festividade estrangeira importada para os nossos costumes. As respostas divergiam: os mais velhos diziam que era apenas mais um dia e que nem tinham o costume de o celebrar por causa do consumismo, dos restaurantes cheios e por acreditarem que o amor deve ser celebrado todos os dias; quanto aos mais jovens, esses quase que previsivelmente eram os que davam maior atenção ao dia.

O facto é que, com tanto amor no ar, excepto para os meus lados, o Dia de S. Valentim torna-se, inevitavelmente, num dia pouco ansiado. Mas... haverá forma de fugir ao dia de S. Valentim?

Ontem estive a ver uns episódios de "O Sexo e a Cidade". Ainda vou no início, porque só comecei a ver à poucos dias. Nesse episódio, havia um "baby shower" a que as quatro amigas tinham sido convidadas. Aborrecidas com todo aquele clima de "bebés", ao qual elas eram estranhas, a Samantha decidiu organizar uma festa "not a baby shower" e foi aí que criei uma analogia entre ambas as situações.

No ano passado, o dia 14 de Fevereiro coincidiu com o dia da escolha de horários. Passei o dia todo a cumprimentar toda a gente - spreading the love - e, tenho de admitir, que, vergonhosamente, passei o dia de volta do meu crush da época. Este ano a minha atitude é diferente: não me interessa nem aquele, nem nenhum outro; o meu coração fechou para férias ainda com data final a definir. Não vou também fechar-me em casa com um balde de gelado e um filme lamechas, ou sequer dar uma festa anti-valentim: vou simplesmente encarar a data como qualquer outro dia; não vou nem ignorar as caixas com flores a murchar à venda, ou os peluches com corações a dizer "I love you", nem sequer encarar como superiores a mim os inúmeros parezinhos espalhados pelas ruas e jardins: simplesmente festejar o facto de não estar nem aí com anjos voadores armados com setas. Só não garanto que não denuncie as publicações de um ex-de uma amiga minha que, de vez em quando mete conversa comigo, e partilha patológicamente imagens alusivas ao amor, a relações falhadas e ao quão destroçado ele se sente por estar sozinho (mas isso só porque é extremamente irritante).


Só me resta desejar um dia de S. Valentim a todos e a todas. Saiam e comemorem o amor, seja de que maneira for!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Tendências

O padrão "patas de galo" - ou Pied de Poule - voltou em alta para a temporada Primavera/Verão 2013. Trata-se de um padrão intemporal clássico, reinventado para o presente e que promete preencher os visuais da próxima estação.

Para as meninas que pensam que não vão conseguir acompanhar esta tendência por culpa da crise, sugiro que dêem uma vista de olhos à colecção em saldo nas lojas, porque foi assim que comprei o meu casaco "pied de poule" (e valeu bem a pena!).


Até depois :)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Retrato real? Pobre Kate...!

Será impossível fazer uma pessoa bonita e jovem parecer velha e feia?
Pois, esse parece ter sido o trabalho de um artista, ao pintar o retrato oficial de Kate Middleton.

Parece que a Duquesa de Cambridge está destinada a ficar imortalizada na Casa Real Britânica assim... o que é incompreensível, uma vez que a Kate é mais bonita que, por exemplo, a irmã, Pippa, que chega a  constar da lista das mulheres mais bonitas (coisa que, sinceramente não entendo, mas enfim).

A sério, contratem outro artista! Isto não pode ficar assim...!




domingo, 6 de janeiro de 2013

Saltos e danoninhos

Quando era pequenina, queria ser grande. Queria ter idade para namorar, sair à noite, ir a festas, usar saltos, maquilhagem e coisas desse tipo. A minha mãe dizia-me "Um dia ainda vais querer voltar a ser pequena de novo"; eu não ligava muito.
O tempo passou e eu cresci. Não venho para aqui com textos nostálgicos nem nada disso... Depois de tantos anos o facto é que eu cresci. Não me considero uma rapariga alta. Meço cerca de 1,70 metros, o que não é nada de extraordinário e sou magra, ponto final. Desde pequena que oiço dizerem coisas do tipo "a Vânia está uma moça!" e "Onde é que ela chega com esta altura?". Apesar de não ser assim alta como a minha avó (e outros, mas principalmente a minha avó) me faz crer, desde cedo tive consciência que era mais alta que muitas raparigas da minha idade. Quando tinha uns 12 anos, lembro-me que andava sempre curvada, quando falava com outras pessoas da minha idade, e sempre tive um certo complexo associado a isso, uma certa "awkwardness" associada ao facto de não estar "à altura" deles e de isso me fazer sentir que estava sozinha, num grupinho só meu.

Embora com o passar dos anos o meu complexo com a altura tenha passado para segundo plano (felizmente, houve pessoal que também cresceu - e alguns bem mais do que eu!), eu nunca tinha conseguido imaginar-me a usar sapatos de salto. Na minha cabeça e, depois de ter ultrapassado a fase do sapatos? Estão doidos? Eu cá só quero ténis., pensei que as sabrinas viessem para ficar e porquê? Porque eram bonitas, ficavam bem com as roupas, pareciam menos teenager de 14 anos que só tem um par de ténis e, acima de tudo, não me deixavam mais alta. Isto aconteceu por volta dos meus 17 anos, altura em que decidir pôr de lado as calças largas e juntar-me às skinny jeans que, na minha opinião, são desperdiçadas em ténis.

Foi também com 17 anos que comprei as primeiras botas com salto. Mas era um salto tão pequeno que mais valia nem existir sequer. Ainda assim, lembro-me da dificuldade extrema que tive para sair com elas e me habituar ao facto de não ter uma sola normal, e de ter de evitar os buracos que separam as pedras da calçada.

Quando entrei na faculdade algumas coisas mudaram. Eu, utilizadora louca de mini-saias, troquei-as pelas calças por causa dos olhares indiscretos nas escadas do metro; voltei a usar malas e mochilas, e deixei os pequenos saltos e voltei às sabrinas e restantes sapatos rasos. Mas a mudança foi de "pouca-dura" e 3 meses depois já andava eu de volta de saltos, ligeiramente mais altos. Foi nesta altura que conheci pessoas novas e, entre elas estava o P.. Sim, já falei dele imensas vezes por aqui, mas prometo que desta vez será diferente! Para o P. de cada vez que o assunto das alturas vinha à conversa (god only knows why...!) ele acabava sempre a dizer "Vânia, és das raparigas mais altas que conheço" etc etc.... É escusado dizer que isto me fez voltar à situação dos meus 12 anos, em que me sentia uma aberração, uma anormalidade e então peguei nos botins de salto e dei-os à minha mãe.

Passaram-se quase dois anos até eu finalmente ganhar juízo. Sabem aquela imagem de mulher sem amor-próprio que se deixa desleixar ao ponto de não fazer a depilação porque está frio, que acha que a monocelha está a virar moda, ou que as calças de fato de treino são a nova peça-chave da estação? Felizmente eu não cheguei a esse estado, mas o facto é que acabei os meus 19 anos resignada a uns sapatos tipo vela porque eram "baixos e confortáveis". Péssimo!

Os 20 anos foram um ponto importante de viragem para mim; foi a partir daí que comecei a assumir-me mais como mulher e, com isso, voltava a questão dos saltos. Voltei a ter lembranças da imagem que eu tinha da Vânia-adulta de quando era pequena (pronto, está bem, eu imaginava-me loira, mas isso é outra história!). O facto é que eu queria os meus saltos de volta. Mudei de grupo de amigos, para um grupo que adoro. Adoro-os mesmo, e adoro-os principalmente porque, das poucas menções que fizeram à minha altura foi num dia em que usei saltos e me disseram Vânia, agora tens de vir sempre de saltos. E a partir daí tem sido a loucura! (entre aspas, entenda-se)

E tenho a dizer que nunca me senti tão bem! E então se sapatos X me deixam com 1,80 metros de altura? Têm problemas com a minha altura? Não tenham; nem eu tenho mais!

É facto que nunca mais reclamei os tais botins à minha mãe, mas não tem problema, porque já lhe cravei uns sapatos de salto bem giros. O problema? Agora a minha mãe tende a comprar sapatos iguais aos meus, diz que "somos gémeas"! Mas eu não tenho problemas com isso (só não usamos os mesmo, ao mesmo tempo!).
Ah! E as mini-saias? Essas voltaram, curtinhas como eu gosto delas!

Portanto, aprendam comigo: se gostam, usem! Não se deixem levar por opiniões de outros sobre o que devem ou não vestir, calçar, pensar, etc...


BAAAAM! A Marilyn disse tudo!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Aaaarrrrg!

Hoje encontrei o meu primeiro cabelo branco! Que horror, que medo, que desgraça!!! Nem quero pensar nele... já mo foi arrancado.





quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Aproveitem-no bem!

2012 será o último ano em que o 5 de Outubro será feriado. Está bom tempo e tudo por isso toca a sair de casa, a passear muito e, se for o caso, vão lá dançar pela noite fora com a J.Lo. e, sejam "it on the floor"!.




E sim, a dona do blogue, ou seja, eu tenho um problema bastante grande com o novo acordo ortográfico (preciso de todos os "c", "p" e dos meses do ano com letra maiúscula). Se alguma palavra aqui surgir escrita de acordo com o novo acordo, será pura coincidência.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Moda camuflada


Ainda me lembro da última vez que o padrão camuflado foi moda. Foi, se não estou em erro, na altura da viragem do milénio e toda a gente andava com calças largonas com padrões camuflados, ou casacos, ou blusas, ou sapatos, ou acessórios ou até conjugações destes últimos. Basicamente, as ruas viam-se inundadas do que pareciam ser tropas a caminha da recruta.

Já na altura, na inocência dos meus 10 ou 11 anos ou achava a moda absolutamente ridícula! Não me lembro de ter tido alguma peça de roupa com esse padrão e ainda bem, apesar de, na altura a minha mãe fazer as compras por mim e não me dar grande liberdade de escolha.

Parece que este ano o padrão voltou. Tenho a dizer que estou desiludida. Depois de tanta coisa bonita que eu tenho visto à venda nas lojas, esperava um pouco mais para esta estação do que TROPA TROPA.
Não consigo mesmo gostar deste padrão. Acabamos por parecer tropas ou caçadores.

E vocês, que opinião têm do padrão camuflagem?

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Sandálias novas

Olá meninas.

Hoje venho aqui justificar a minha onda shopaholica com uns saldos extraordinários que encontrei numa loja aqui bem perto de mim. Não sei até que ponto é que será uma cadeia de lojas, mas chama-se BellPé, é uma sapataria e, para escoar material desta estação e começar a vender sapatos Outono-Inverno, decidiram vender todos os artigos de senhora (malas e calçado) a 8,99€. Sim, não me enganei, 8,99€. E agora pensam vocês: "Ah, deve ser só sapato chinês, de qualidade duvidosa..!" Mas não. Claro que sim, tem muita coisa que não vale a pena comprar, de fraca qualidade e tudo isso, mas é no meio de tudo aquilo que nunca compraríamos que se encontram bons achados. Olhem para o meu caso e da minha mãe: ontem saímos da sapataria com um par de sandálias (as minhas pretas, as da minha mãe bege) em pele (eu confirmei) por 8,99€ cada. E quanto custavam antes? Pois bem, custavam, cada par, 49,99€. Foram 41€ de desconto!  São super confortáveis, são bonitas, e totalmente feitas em Portugal.

Adoro-as e estou ansiosa por poder usá-las na rua.

Sandálias de cabedal pretas - Yes, Portugal - Antes 49,99€, agora 8,99€.


Perdoem a má qualidade da foto, mas foi tirada com o telemóvel.
Gostam? Apoiam esta minha fase mais "gastadora"?

Comprei mais algumas coisas.. entretanto vou publicando fotos.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

"If you wanna be my lover..."

"... you gotta get with my friends,
make it last forever,
friendship never ends!"

Ontem à noite regressei até à minha infância, até 1996, altura em que eu tinha 5 anos e vivia para as Spice Girls. Eu tinha posters, os CD's, os chupa-chupas com os respectivos autocolantes (sim, eu coleccionava-os!), os livros, as coreografias bem ensaiadas, enfim... TUDO! E quando ia para a terra da minha mãe, juntava-me à minha prima três anos mais velha e pronto: cantávamos sem realmente conhecer as letras, dançávamos, criávamos enredos, comprávamos revistas só porque elas apareciam na capa... . Eu era a Emma e ela a Geri! Enfim, crianças!

Lembro-me que chateei a minha mãe para me comprar um verniz azul só porque era a mesma cor que a Emma usava e, assim, ter "chocado" o meu pai por andar com uma cor tão berrante nas unhas ainda tão novinha; lembro-me do sabor dos chupa-chupas e tenho pena que hoje já não se vendam mais; recordo-me das dificuldades que tive em pronunciar o nome do grupo assim que aprendi a ler, na altura sem saber das diferenças entre o português e o inglês; lembro-me da desilusão que senti quando soube que a Geri ia abandonar o grupo e, mais tarde, quando se separaram todas... .

Hoje tenho saudades desse tempo... e ontem à noite não consegui ficar sentada e em silêncio a assistir à Cerimónia de Encerramento dos Jogos Olímpicos em Londres. Foi como se o tempo tivesse parado: eu ainda me lembrava das letras das músicas e acabei a cantá-las e a dançá-las enquanto elas actuavam.

Pena que o regresso tenha sido só por uma noite..


Adorei as Spice Girls, adorei toda a cerimónia; cada momento melhor que o anterior. A fasquía está bem alta para o Brasil, mas estou confiante que em 2016 eles consigam ser melhores e ponham toda a gente a dançar ao ritmo do samba!