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domingo, 25 de novembro de 2012
Jingle bells, jingle bells...!
Faltam 30 dias para o Natal! Finalmente chegou o mês mais doce, mais querido e fofinho do ano (que culmina na loucura da passagem de ano, mas isso é outra história). Nada mais importa porque é natal! :)
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Miminhos...!
Olhem só que a minha amiga M. me ofereceu.
Giros que dói!
São todos da KIKO. O primeiro é magnético e é o número 703, e o segundo é normal e é o número 238. O íman é o número 2 - Star. Nunca tinha tido um verniz vermelho e agora vou arrasar! Obrigada M.!
Beijinhos
Vânia
Giros que dói!
São todos da KIKO. O primeiro é magnético e é o número 703, e o segundo é normal e é o número 238. O íman é o número 2 - Star. Nunca tinha tido um verniz vermelho e agora vou arrasar! Obrigada M.!
Beijinhos
Vânia
terça-feira, 17 de julho de 2012
Unhas da semana
Olá meninas :)
Hoje trago-vos as minhas Unhas. Esta semana pintei-as com o verniz Cliché MEIGA, da minha amiga C. .
Gostaram??
Beijinhos :)
Hoje trago-vos as minhas Unhas. Esta semana pintei-as com o verniz Cliché MEIGA, da minha amiga C. .
Gostaram??
Beijinhos :)
sábado, 11 de junho de 2011
Sabiam que... (II)
... os primórdios do actual batom vermelho remontam ao Egipto Antigo? As mulheres egípcias lábios pintados com pigmentos variados e Cleópatra costumava pintar os seus lábios com pigmentos vermelhos de besouros esmagados.
No entanto, o batom surgiu apenas com o aspecto com que o conhecemos no século passado, quando o francês Rhocopis o inventou, usando talco,óleo amêndoas, essências de bergamota e limão. Tinha cor vermelha e era vendido numa embalagem de papel de seda.
Embora no início tivesse feito sucesso entre actrizes e prostitutas, foi a partir da Primeira Grande Guerra que o seu uso foi generalizado à restante população feminina. A sua popularização deveu-se à perda do preconceito que era associado ao uso batom vermelho.
Em 1921, o batom saiu nas páginas da revista Vogue, tema de uma elegante publicidade dirigida a todas as mulheres “de classe”.
Em 1930, surgiu a forma sólida, embora com poucas alterações à receita, mantendo-se desta forma até à actualidade.
Desde sempre um marco supremo da beleza e sensualidade feminina, o batom vermelho pode ser usado por mulheres de todas as idades, embora exija cuidados na sua aplicação (um batom esborratado ou a manchar os dentes não fica bem a ninguém!).
Embora tenha uma tonalidade forte, conjugando-o com a maquilhagem, é possível criar diversos looks (elegantes, retro, glam, sensual), tendo sempre em conta que esta deve ser leve, para não exagerar.
No entanto, o batom surgiu apenas com o aspecto com que o conhecemos no século passado, quando o francês Rhocopis o inventou, usando talco,óleo amêndoas, essências de bergamota e limão. Tinha cor vermelha e era vendido numa embalagem de papel de seda.
Embora no início tivesse feito sucesso entre actrizes e prostitutas, foi a partir da Primeira Grande Guerra que o seu uso foi generalizado à restante população feminina. A sua popularização deveu-se à perda do preconceito que era associado ao uso batom vermelho.
Em 1921, o batom saiu nas páginas da revista Vogue, tema de uma elegante publicidade dirigida a todas as mulheres “de classe”.
Em 1930, surgiu a forma sólida, embora com poucas alterações à receita, mantendo-se desta forma até à actualidade.
Desde sempre um marco supremo da beleza e sensualidade feminina, o batom vermelho pode ser usado por mulheres de todas as idades, embora exija cuidados na sua aplicação (um batom esborratado ou a manchar os dentes não fica bem a ninguém!).
Embora tenha uma tonalidade forte, conjugando-o com a maquilhagem, é possível criar diversos looks (elegantes, retro, glam, sensual), tendo sempre em conta que esta deve ser leve, para não exagerar.
Edição de Janeiro-Julho de 1926 da Vogue Britânica,
com destaque para o tom do batom
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